segunda-feira, 9 de abril de 2018
VI Jornada de Cartéis do FCL-Fortaleza
A Jornada de Cartéis constitui um espaço em que os participantes de cartéis podem trazer a público suas elaborações na forma de produção de escritos individuais a serem apresentados. Tais escritos abordam o tema proposto e/ou a experiência singular de trabalho no cartel, não importando se ele ainda está em funcionamento, se houve conclusão ou dissolução.
A atividade é gratuita e aberta ao público.
PROGRAMAÇÃO
9h - Abertura
Andrea Rodrigues, coordenadora de cartéis
Luis Achilles Furtado, membro da CLEAG
9h15 - O corpo grave: diálogos entre a psicanálise e "A via crucis do corpo", de Clarice Lispector
Mediação: Lia Silveira
Apresentações:
Elynes Barros Lima: Dá para tirar o corpo fora?
Lina Cavalcante: O saber de ovo
10h05 - Sintoma, desejo, gozo e a transferência.
Mediação: Marcus Eugênio Lima
Apresentações:
Thalita Fontenele: O menos do mais
Francisco Paiva: Cartel e sintoma: para começar, uma questão
José Henrique Souza Luz: Considerações sobre a transferência e o amor
Fabiano Rabêlo: Sócrates e a atopia de eros
11h30- Coffee Break
11h45 - Elaborações sobre o dispositivo do cartel
Mediação: Osvaldo Martins
Apresentações:
Carolina Leão: Quem será o +1?
Eudes Duarte Filho: Nós no cartel, nós do cartel: alguns significantes
Data: 14 de abril de 2018 (sábado)
Horário: de 09h às 17h
Local: auditório do edifício Humberto Santana Business (rua Vicente Linhares, 521)
Coordenação: Andrea Rodrigues
SESSÕES CLÍNICAS 2018
As sessões clínicas são um espaço de debate sobre casos clínicos, com a premissa de contínua formação. Em 2018, a proposta é transitar por casos apresentados ou comentados por Jacques Lacan ao longo de sua obra.
Atividade gratuita e aberta a todos os interessados!
No primeiro encontro deste ano, Ercilia Souza comentará o "Caso Brigitte, uma doença da mentalidade". O convite é para que possamos (a)bordar os textos como um lugar de transmissão que entrelaça teoria e clínica.
Data: 19 de abril de 2018 (quinta-feira)
Horário: às 20h30
Local: sede do FCL-Fortaleza (rua Leonardo Mota, 1394. Sala 103)
Atividade gratuita e aberta a todos os interessados!
No primeiro encontro deste ano, Ercilia Souza comentará o "Caso Brigitte, uma doença da mentalidade". O convite é para que possamos (a)bordar os textos como um lugar de transmissão que entrelaça teoria e clínica.
Data: 19 de abril de 2018 (quinta-feira)
Horário: às 20h30
Local: sede do FCL-Fortaleza (rua Leonardo Mota, 1394. Sala 103)
Coordenação: Ercilia Souza
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
ABERTURA DO ESPAÇO ESCOLA 2018 - Nós da política
No dia 15 de março (quinta-feira), nossa convidada Glaucia Nagem (membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano e do FCL - São Paulo) fará a abertura do Espaço Escola deste ano, com o tema "Cartel na política da Escola: bricolando voltas, cortes, costura, bordas, furos".
A atividade é gratuita e aberta a todos os interessados!
Data: 15/03/2018 (quinta-feira)
Horário: 20h30
Local: sede do FCL-Fortaleza
Coordenação: Lia Silveira – delegada do FCL-Fortaleza (2017-2018)
Mais informações: (85) 9 8787-1973
Texto de apresentação da atividade (retirado do Cordel 2018):
“O plural de nó, somos nós”
(Alessandro Sales. O Risco dos Instantes, 2000)
O Colegiado dos Representantes da Internacional dos Fóruns do Campo Lacaniano (CRIF) lançou, este ano, uma proposta de debate, tomando como norteadora a pergunta “Qual política para o Campo Lacaniano?”. A proposta veio acompanhada de algumas considerações que retomamos aqui. Elas afirmam que, do ponto de vista teórico, nossa orientação recusa o imperialismo do pensamento único, considerando a singularidade dos gozos, e se pergunta: como esse campo não unificável pode se ordenar na sociedade? Do ponto de vista da práxis, a carta do CRIF lembra que os psicanalistas, desde Freud, sempre se posicionaram publicamente acerca de questões políticas. No entanto, coloca-nos uma questão: “as tomadas de posição políticas dos analistas são extraídas da lógica do discurso analítico, como eles pretendem, ou simplesmente de suas opções sintomáticas?”.
Instigados pelas questões levantadas pelo CRIF e situados no nosso próprio espaço/tempo, tanto no que diz respeito à experiência da Escola como às questões político-sociais que o Brasil atravessa, elaboramos esta proposta de discussão para o Espaço Escola de 2018 com o tema “Nós da política”. Fazemos uso da homofonia do significante “nós” para situar ao mesmo tempo: a) o lugar que cada um de nós ocupa nesse campo da política e do gozo singular; b) os nós da política como aquilo que faz problema, inquieta; c) os nós como aquilo que faz laço, laço social no discurso e, também o nó como elaboração topológica de Lacan para demonstrar o real em jogo na experiência. Convidamos todos os interessados a juntar seus nós nesse debate.
GRUPO DE ESTUDOS PREPARATÓRIO PARA O XI SEMINÁRIO!
Já temos as datas do grupo de estudos preparatório para o primeiro encontro do XI Seminário do Campo Lacaniano de Fortaleza:
- dia 02 de março (sexta-feira), às 19:30 - com Elynes Barros
- dia 10 de março (sábado), às 9:30 - com Lia Silveira
Local: sede do FCL-Fortaleza
Na ocasião, estudaremos os textos da bibliografia recomendada por nossa convidada Glaucia Nagem.
ATENÇÃO: O grupo de estudos é destinado aos inscritos no XI Seminário. Estaremos recebendo inscrições para o Seminário nos dias do grupo de estudos.
ABERTURA DO XI SEMINÁRIO DO CAMPO LACANIANO DE FORTALEZA
Nos dias 16 e 17 de março, teremos a ABERTURA DO XI SEMINÁRIO DO CAMPO LACANIANO DE FORTALEZA. Nossa convidada, Glaucia Nagem vai discutir sobre o tema "A Linha, o Ponto e o Bordado – elementos básicos para se aventurar na topologia".
Glaucia é psicanalista, membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano - Brasil, Fórum São Paulo, e artista plástica. Autora de textos como "O passe de Picasso – o passe em 1988 e hoje" e "Joyce, O Sinthoma, uma leitura".
Convidamos a todos para esse desafiante percurso sobre a topologia conosco!
Investimento:
*Inscrições antecipadas (até 09/03):
R$ 160,00 – profissionais e R$ 80,00 – estudantes de graduação
*A partir do dia 10/03 e no local:
R$ 200,00 – profissionais e R$ 100,00 – estudantes de graduação
No mês da vinda de cada convidado, haverá grupo
para estudo prévio de textos sugeridos. Em março, os encontros acontecerão nas seguintes datas:
- dia 02 de março (sexta-feira), às 19h30 - com Elynes barros
- dia 10 de março (sábado), às 9h30 - com Lia Silveira
O grupo de estudos é destinado aos inscritos no XI Seminário.
ATENÇÃO: Estaremos recebendo inscrições para o Seminário nos dias do grupo de estudos!!
Outra forma de se inscrever é via depósito/transferência na conta bancária do Fórum do Campo Lacaniano de Fortaleza, cujos dados seguem abaixo:
Banco do Brasil
Agência: 8076-4
Conta corrente: 29114-5
CNPJ: 15.104.610/0001-02
Após depósito/transferência, o comprovante deve ser enviado, juntamente com nome completo e telefone, para o seguinte endereço de e-mail: fcl.fortaleza@gmail.com
Data: 16/03 (sexta-feira), a partir de 19h30.
17/03 (sábado), manhã e tarde, a partir de 9h.
Local: Auditório da Torre do Shopping Del Paseo
(Av. Santos Dumont, 3131 / Andar: E)
Coordenação: Lia Silveira e Elynes Barros
*********
TEXTO DE APRESENTAÇÃO DA ATIVIDADE (retirado do Cordel 2018):
O Seminário do Campo Lacaniano de Fortaleza completa em 2018 uma década de funcionamento. Desafiados pelo então diretor da EPFCL-Brasil a pensarmos uma atividade que possibilitasse aos membros do Fórum Fortaleza a realizar sua formação permanente de forma sistemática, respondemos com a elaboração de uma proposta de trabalho que tomou por princípios norteadores um desdobramento da Proposição de Lacan que pode ser assim delineado:
1- O psicanalista só se autoriza de si mesmo;
2- Isso não significa dizer que qualquer um, em qualquer ponto, possa se autorizar;
3- Isso não impede que a Escola garanta que um analista depende de sua formação.
Foi sustentado neles que iniciamos nosso trabalho em 2008 com o estudo do seminário 11 – “Os conceitos fundamentais da psicanálise”. A experiência se repetiu pelos anos seguintes e se mostrou tão profícua que, além de seu objetivo inicial (o de se constituir num espaço para a formação permanente dos membros do FCL-Fortaleza), também funcionou no sentido de atrair e enlaçar o público externo numa transferência de trabalho com a EPFCL.
Os temas foram variando, mas especialmente a nossa relação com a clínica e com a teoria foi experimentando deslocamentos. Trazer os Analistas da Escola para falar a partir do passe teve um efeito singular. A emergência do desejo do analista na relação com o saber passou a apresentar uma estrutura de caminho, de rastro. Sabemos que em topologia, é no momento em que a linha do oito interior se volta por cima de si própria que é possível operar a passagem do Toro (bilátero e orientado) de neurose, para a Banda Moebius (unilátera e não orientada) do desejo do analista. O corte que efetua o passe sendo a condição da dita modificação.
E eis que surge a topologia! Novo desafio, dessa vez proposto não pelo Outro, mas pela própria estrutura do percurso que percorremos até aqui. E agora? Topada com o real. Topamos...
Seguindo o fio do desenvolvimento de Lacan, foi só assim que foi possível a ele cernir logicamente aquilo que o escapa a possibilidade de se dizer no tecido do simbólico, mas que se produz a partir dele.
Mas, como disse recentemente o colega da da EPFCL Bernard Nominé, não basta repetir o que Lacan disse. É preciso se arriscar na experiência, experimentar, se aventurar pelo desconhecido, inclusive pelo desconhecido da matemática e da topologia que as vezes provoca resistências entre nós. Urge nos dedicarmos a isso se quisermos estar a altura de nossa tarefa e é nosso compromisso ético não retroceder frente aos desafios que a abordagem do real introduz na nossa relação com a clínica.
Fazer parte de uma Escola que leva a sério o passe e concebe a análise como finita, nos remete ao inconsciente real e a essa “prática do dizer” – Como incluir isso na nossa prática clinica? Ou com Bousseyroux em seu texto Passe e fim pelo nó: Onde estamos hoje na nossa prática do dizer (no estudo da topologia)? Como, quando analisamos, nos orientamos na estrutura, com ou sem topologia? Como conseguiremos que o nó do inconsciente satis-faça, se faça real o bastante? – perguntas no mínimo inquietantes para aqueles causados pela psicanálise em intensão. É a partir delas que agora convidamos a comunidade que fez conosco esse percurso até aqui para continuarmos em 2018 estudando o tema “(a)bordando os adventos do real na clínica”.
CRONOGRAMA
1. Abertura - A Linha, o Ponto e o Bordado – elementos básicos para se aventurar na topologia – Com Glaucia Nagem em 16 e 17 de março de 2018;
2. O Toro da Neurose – demanda – desejo e repetição – com Dominique Fingermann em 25 e 26 de maio de 2018
3. A banda de Moebius e a estrutura do sujeito – Com Andrea Brunetto em 22 e 23 de Junho de 2018;
4. A garrafa de Klein e a relação do sujeito com o Outro – com Sonia Alberti em 03 e 04 de agosto de 2018;
5. O Cross-cap e o sujeito em sua relação com o objeto – com Zilda Machado em 26 e 27 de outubro de 2018;
A ideia é de que o estudo da topologia não se encerre aqui. Pelo contrário, que possamos ter em 2018 os elementos básicos para podermos avançar e que, em 2019, possamos tomar um dos seminários de Lacan que trate da estrutura dos nós para o abordarmos mais detalhadamente.
Investimento:
Inscrições antecipadas (5 cheques pré-datados):
R$ 160,00 – profissionais
R$ 80,00 – estudantes de graduação
Por seminário:
R$ 200,00 – profissionais
R$ 100,00 – estudantes de graduação
Glaucia é psicanalista, membro da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano - Brasil, Fórum São Paulo, e artista plástica. Autora de textos como "O passe de Picasso – o passe em 1988 e hoje" e "Joyce, O Sinthoma, uma leitura".
Convidamos a todos para esse desafiante percurso sobre a topologia conosco!
Investimento:
*Inscrições antecipadas (até 09/03):
R$ 160,00 – profissionais e R$ 80,00 – estudantes de graduação
*A partir do dia 10/03 e no local:
R$ 200,00 – profissionais e R$ 100,00 – estudantes de graduação
No mês da vinda de cada convidado, haverá grupo
para estudo prévio de textos sugeridos. Em março, os encontros acontecerão nas seguintes datas:
- dia 02 de março (sexta-feira), às 19h30 - com Elynes barros
- dia 10 de março (sábado), às 9h30 - com Lia Silveira
O grupo de estudos é destinado aos inscritos no XI Seminário.
ATENÇÃO: Estaremos recebendo inscrições para o Seminário nos dias do grupo de estudos!!
Outra forma de se inscrever é via depósito/transferência na conta bancária do Fórum do Campo Lacaniano de Fortaleza, cujos dados seguem abaixo:
Banco do Brasil
Agência: 8076-4
Conta corrente: 29114-5
CNPJ: 15.104.610/0001-02
Após depósito/transferência, o comprovante deve ser enviado, juntamente com nome completo e telefone, para o seguinte endereço de e-mail: fcl.fortaleza@gmail.com
Data: 16/03 (sexta-feira), a partir de 19h30.
17/03 (sábado), manhã e tarde, a partir de 9h.
Local: Auditório da Torre do Shopping Del Paseo
(Av. Santos Dumont, 3131 / Andar: E)
Coordenação: Lia Silveira e Elynes Barros
*********
TEXTO DE APRESENTAÇÃO DA ATIVIDADE (retirado do Cordel 2018):
O Seminário do Campo Lacaniano de Fortaleza completa em 2018 uma década de funcionamento. Desafiados pelo então diretor da EPFCL-Brasil a pensarmos uma atividade que possibilitasse aos membros do Fórum Fortaleza a realizar sua formação permanente de forma sistemática, respondemos com a elaboração de uma proposta de trabalho que tomou por princípios norteadores um desdobramento da Proposição de Lacan que pode ser assim delineado:
1- O psicanalista só se autoriza de si mesmo;
2- Isso não significa dizer que qualquer um, em qualquer ponto, possa se autorizar;
3- Isso não impede que a Escola garanta que um analista depende de sua formação.
Foi sustentado neles que iniciamos nosso trabalho em 2008 com o estudo do seminário 11 – “Os conceitos fundamentais da psicanálise”. A experiência se repetiu pelos anos seguintes e se mostrou tão profícua que, além de seu objetivo inicial (o de se constituir num espaço para a formação permanente dos membros do FCL-Fortaleza), também funcionou no sentido de atrair e enlaçar o público externo numa transferência de trabalho com a EPFCL.
Os temas foram variando, mas especialmente a nossa relação com a clínica e com a teoria foi experimentando deslocamentos. Trazer os Analistas da Escola para falar a partir do passe teve um efeito singular. A emergência do desejo do analista na relação com o saber passou a apresentar uma estrutura de caminho, de rastro. Sabemos que em topologia, é no momento em que a linha do oito interior se volta por cima de si própria que é possível operar a passagem do Toro (bilátero e orientado) de neurose, para a Banda Moebius (unilátera e não orientada) do desejo do analista. O corte que efetua o passe sendo a condição da dita modificação.
E eis que surge a topologia! Novo desafio, dessa vez proposto não pelo Outro, mas pela própria estrutura do percurso que percorremos até aqui. E agora? Topada com o real. Topamos...
Seguindo o fio do desenvolvimento de Lacan, foi só assim que foi possível a ele cernir logicamente aquilo que o escapa a possibilidade de se dizer no tecido do simbólico, mas que se produz a partir dele.
Mas, como disse recentemente o colega da da EPFCL Bernard Nominé, não basta repetir o que Lacan disse. É preciso se arriscar na experiência, experimentar, se aventurar pelo desconhecido, inclusive pelo desconhecido da matemática e da topologia que as vezes provoca resistências entre nós. Urge nos dedicarmos a isso se quisermos estar a altura de nossa tarefa e é nosso compromisso ético não retroceder frente aos desafios que a abordagem do real introduz na nossa relação com a clínica.
Fazer parte de uma Escola que leva a sério o passe e concebe a análise como finita, nos remete ao inconsciente real e a essa “prática do dizer” – Como incluir isso na nossa prática clinica? Ou com Bousseyroux em seu texto Passe e fim pelo nó: Onde estamos hoje na nossa prática do dizer (no estudo da topologia)? Como, quando analisamos, nos orientamos na estrutura, com ou sem topologia? Como conseguiremos que o nó do inconsciente satis-faça, se faça real o bastante? – perguntas no mínimo inquietantes para aqueles causados pela psicanálise em intensão. É a partir delas que agora convidamos a comunidade que fez conosco esse percurso até aqui para continuarmos em 2018 estudando o tema “(a)bordando os adventos do real na clínica”.
CRONOGRAMA
1. Abertura - A Linha, o Ponto e o Bordado – elementos básicos para se aventurar na topologia – Com Glaucia Nagem em 16 e 17 de março de 2018;
2. O Toro da Neurose – demanda – desejo e repetição – com Dominique Fingermann em 25 e 26 de maio de 2018
3. A banda de Moebius e a estrutura do sujeito – Com Andrea Brunetto em 22 e 23 de Junho de 2018;
4. A garrafa de Klein e a relação do sujeito com o Outro – com Sonia Alberti em 03 e 04 de agosto de 2018;
5. O Cross-cap e o sujeito em sua relação com o objeto – com Zilda Machado em 26 e 27 de outubro de 2018;
A ideia é de que o estudo da topologia não se encerre aqui. Pelo contrário, que possamos ter em 2018 os elementos básicos para podermos avançar e que, em 2019, possamos tomar um dos seminários de Lacan que trate da estrutura dos nós para o abordarmos mais detalhadamente.
Investimento:
Inscrições antecipadas (5 cheques pré-datados):
R$ 160,00 – profissionais
R$ 80,00 – estudantes de graduação
Por seminário:
R$ 200,00 – profissionais
R$ 100,00 – estudantes de graduação
Programação 2018!
É com alegria que divulgamos nosso Cordel 2018, um boletim com as atividades que acontecerão neste ano pelo Fórum do Campo Lacaniano de Fortaleza.
Link para download do arquivo em PDF:
https://mega.nz/#!1xhxEAJR!JIW2F5x84yrzJsDhVHKeYDdgN2FiSESIsOnJPTxqk8I
Link para visualização online:
https://issuu.com/fcl.fortale…/docs/cordel_fclfortaleza_2018
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Espaço Escola 2016
Neste ano, no Fórum Fortaleza, discutiremos sobre o dispositivo do passe em nossa Escola a partir de Wunsch – Boletim Internacional da Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano. Os membros do Fórum se encarregarão das discussões a partir dos textos selecionados. Os textos estão disponíveis em www.champlacanien.net – publicações - Wunsch.
Local: sede do Fórum Fortaleza, 20:30h
Delegada (2015-2016): Elynes Barros Lima
Delegada (2015-2016): Elynes Barros Lima
28/04, próxima quinta, 20:30h - A Escola e o passe
“...Se eu pudesse, deixava meu lugar nesta página em branco: cheio do maior silêncio. E cada um que olhasse o espaço em branco, o encheria com seus próprios desejos.” Clarice Lispector, De bichos e pessoas.
- Beatriz zuluaga, A Escola, ainda – Wunsch 14 - Ercilia Souza
- Cora Aguerre, Por que o passe? – Wunsch 14 - Andrea Rodrigues
- Ana Martinez, Desta vez o problema não é o passe – Wunsch 14 - Elynes Barros Lima
- Collete Soler, Autorizar-se, mas como? – Wunsch 14 - Osvaldo Costa
23/06 - O cartel do passe: Há "do" analista?
“...Palavra de um artista tem que escorrer substantivo escuro dele. Tem que chegar enferma de suas dores, de seus limites, de suas derrotas. Ele terá que envesgar seu idioma ao ponto de enxergar no olho de uma garça os perfumes do sol.” Manoel de Barros, O retrato do artista quando coisa, em Poesia completa.
- Mario Brito, O cartel do passe, não é um cartel como os outros – Wunsch 13
- Dominique Fingermann, Uma carta nem sempre chega ao seu destino – Wunsch 13
- Carmen Gallano, Marca de uma aventura – Wunsch 13
25/08 - Sobre os AMEs (Analista Membro de Escola)
“Um largo feixe de luz atravessa o quarto, iluminando uma fina poeira,
como se de repente se descobrisse a vida íntima do ar”. Georges Simenon,
citado por Clarice Lispector em De bichos e pessoas.
- Sônia Alberti, Do AME: o passe para além do dispositivo – Wunsch 13
E sequências... (E depois do fim?)
- Sol Aparício, Eu sou, seguindo o vestígio do Outro
- Luis Izcovich, A verdadeira viagem
22/09 - Testemunho dos passadores
“Caminhando contra o vento sem lenço e sem documento, no sol de quase dezembro, eu vou...” Caetano Veloso, Alegria, alegria
- Natacha Vellut, Impasses e passe do passador – Wunsch 13
- Cibele Barbará, Testemunho a partir da experiência como passadora – Wunch 14
- Mõnica Palácio, A função do passador, mais além do testemunho – Wunsch 14
27/10 - Testemunho dos AEs (Analista da Escola)
“... E aquele
Que não morou nunca em seus próprios abismos
Nem andou em promiscuidade com os seus fantasmas
Não foi marcado. Não será marcado. Nunca será exposto
Às fraquezas, ao desalento, ao amor, ao poema.”
“... E aquele
Que não morou nunca em seus próprios abismos
Nem andou em promiscuidade com os seus fantasmas
Não foi marcado. Não será marcado. Nunca será exposto
Às fraquezas, ao desalento, ao amor, ao poema.”
Manoel de Barros, zona hermética, em Poesia Completa.
- Vicky Estevez, A não resposta – Wunch 13
- Lydie Grandet, Ousar ser analista – Wunch 13
- Vicky Estevez, A não resposta – Wunch 13
- Lydie Grandet, Ousar ser analista – Wunch 13
segunda-feira, 7 de março de 2016
Psicanálise em cordel
Psicanálise em Cordel
Autor: Pedro Paulo Paulino
Para provar
que o Cordel
Com tudo se
comunica
E, como
literatura,
Atrás das
outras não fica,
Eu peço
condescendência
Para falar
na ciência
Que somente
Freud explica.
Pois foi
Sigmund Freud,
O gênio
neurologista,
Quem sondou
a alma humana
Sob outro
ponto de vista,
Tornando-se
pioneiro
Com fama no
mundo inteiro
Como
psicanalista.
Estudando o
psiquismo
Com funda
investigação,
Freud adota
novo método
Que inclui a
aplicação
Na pessoa
analisada
De uma
técnica chamada
De Livre
Associação
A cura pela
conversa
Entre médico
e paciente,
Eis a
metodologia
Que de modo
eficiente
Oferece
grande pista
Para o
psicanalista
Acessar o
inconsciente.
Convém aqui
destacar
A famosa
parceria
De Freud e
Joseph Breuer,
Cuja nova
teoria
Seria então
publicada
Numa obra
intitulada
“Estudos Sobre
a Histeria”.
O famoso
caso Bertha
Que nalguma
ocasião
Era incapaz
de falar
Sua língua,
o alemão,
Deu início à
jornada
Da que se
tornou chamada
“Cura de
conversação”.
A partir já
dos estudos
De Charcot,
Freud analisa
Os pacientes
tratados
E desde logo
divisa
Que a causa
é psicológica,
Não orgânica
– eis a lógica
Central da
sua pesquisa.
Seu trabalho
original
Trouxe um
novo entendimento
Ao conflito
que há entre
O desejo e o
sentimento,
E cuja
contradição
Torna
imperfeita a razão,
Sendo causa
de tormento.
Em famosas
conferências,
Freud expôs
suas razões,
Que foram
depois impressas
E ganharam
edições
Amplamente
traduzidas.
São bastante
conhecidas
As suas
Cinco Lições.
A primeira
delas trata
Do caso aqui
já citado
Da paciente
de Breuer
E seu drama complicado,
Com crises
de histeria
E acessos de
afasia,
Vivendo
presa ao passado.
Com
tratamento catártico
De sondar o
inconsciente
E descobrir
da moléstia
A causa
subjacente
(Usando
ainda hipnose),
Foi
combatida a neurose
E curada a
paciente.
Esse caso
tão famoso,
Além doutras
evidências,
Serviram de
base a Freud
Nas demais
experiências.
Pela sua
teoria,
Quem padece
de histeria,
Sofre de
reminiscências.
Vamos agora
abordar
Sua segunda
lição
Que trata da
resistência
De trazer
recordação
Ao estado consciente,
Que ele
chamou prontamente
Processo de
“repressão”.
Um desejo
violento
Sempre em
contrariedade
Às
aspirações morais
De uma
personalidade:
Entre o ego
do doente
E a ideia,
está presente
A
incompatibilidade.
Esse
conflito psíquico
Precisa ser
resolvido.
Pelo método
de Freud,
O paciente
assistido,
Mesmo em
estado normal
Traria à
tona, afinal,
Um
pensamento esquecido.
Conflito que
sempre traz
Ao paciente
a tortura
E, quanto
mais prolongado,
Mais o
desprazer perdura,
Cabe ao
psicanalista
A gloriosa
conquista
De enfim
alcançar a cura.
Já na
terceira lição,
O tema é
desenvolvido
Considerando
de um lado
O esforço
refletido,
E do outro,
a resistência
Pra trazer à
consciência
O complexo
reprimido.
Em outras
palavras, tudo
O que o
cientista quer
Dizer é que:
para a busca
Do desejado
é mister
Que o
médico, simplesmente,
Permita que
o paciente
Diga tudo o
que quiser.
Outro tema
ainda exposto
Nessa
terceira lição
São os
sonhos, para os quais
Freud tem
explicação,
Como se vê
adiante,
Tal como é muito
importante
A sua
interpretação.
O sonhos são
os desejos
Que ficaram
na memória.
Essa frase
já resume,
De forma
satisfatória,
O processo
de sonhar,
Sem ser
preciso apelar
Para arte
divinatória.
Pela análise
do sonhos
E profunda
observância
Das impressões
e dos fatos
Acontecidos
na infância,
Prevê-se a
sua influência
Em toda a
nossa existência,
Daí a sua
importância.
Freud, na
quarta lição,
Fala em
sexualidade
Que, segundo
a sua tese,
Já começa em
tenra idade;
Além dos
vários complexos
Relacionados
aos sexos,
Em qualquer
sociedade.
Segundo ele,
na infância,
Existem
vários sinais
De instintos
e atividades
Claras e
sexuais
Que vão se
tornar ativas,
Por fases
evolutivas,
Nos
indivíduos normais.
O sexo, em
seu entender,
Age de forma
segura
Na formação do
caráter,
Em toda e
qualquer cultura,
Mas, segundo
o seu estudo,
Pode ser o
conteúdo
De uma
neurose futura.
Abordando o
mesmo tema,
Mas já na
quinta lição,
Freud
analisa os sintomas
Ligados à
regressão
Para a fase
inicial
Da vida
sexual,
Quando
existe repressão.
Certas
moléstias nervosas
Têm sua
etiologia
Em traumas
sexuais
Que se vão
mostrar um dia
Como fuga à
realidade,
Dominando na
vontade
Do doente a
fantasia.
Em suma,
Freud constata
Que, devido
à repressão,
O indivíduo
perde fontes
De energia
que lhe são
De
incontestável valor,
Elemento
propulsor
Para sua
formação.
Mas com a
psicanálise
E meios de
tratamento,
São anulados
desejos
Que só
provocam tormento.
Conduzida, a
ação mental
Produz em
si, afinal,
O próprio
medicamento.
Viva o psicanalista,
O detetive
da mente,
Com seu
trabalho importante,
Fundamentado
e decente,
Profissional
da ciência
Que provoca
a consciência
Para ouvir o
inconsciente.
Este cordel
talvez seja
O primeiro
freudiano,
Investigando
os mistérios
Profundos do
ser humano.
É, porém, de
tudo antes
Um apreço
aos integrantes
Do Campo
Lacaniano.
Pedro
Paulo Paulino
Campos,
Canindé, 13/01/16
Pedro
Paulo Paulino é um poeta, cordelista,
Jornalista prático e profissional em artes gráficas. Nasceu em 1967 em Vila
Campos, zona rural do município de Canindé - Ceará. A qualidade de seu trabalho
artístico valeu-lhe a alcunha de "Príncipe dos Poetas Canideenses".
Com vários folhetos publicados e participação em diversos livros e outras
publicações, como jornais, revistas e internet, Pedro mantém ainda o blog VILA
CAMPOS ONLINE de Informação e Cultura Regional. Maiores informações e
outros trabalhos do autor estão disponíveis em http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=95366
sábado, 5 de março de 2016
Atenção!
Prezados,
comunicamos que o seminário Enlaces e Desenlaces, coordenado por Andrea Rodrigues, terá seu início no dia 14 de março e não no dia 7, conforme divulgado anteriormente.
Agradecemos a compreensão!
comunicamos que o seminário Enlaces e Desenlaces, coordenado por Andrea Rodrigues, terá seu início no dia 14 de março e não no dia 7, conforme divulgado anteriormente.
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